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AGES protocola pedido de Lei Municipal que garanta espaço para literatura gaúcha em livrarias

AGES - Associação Gaúcha de Escritores

              Nota-se, nas livrarias porto-alegrenses, a presença de certos nichos destinados à literatura estrangeira ou à nacional. Todavia, percebe-se também que o mesmo tratamento de destaque não é concedido à literatura feita no Rio Grande do Sul, estado que, para além de suas fronteiras, possui autores e livros bastante valorizados e premiados, surgindo como referência de literatura de qualidade. No entanto, nos espaços de venda de livros da capital do estado, a literatura de autores gaúchos não tem o destaque que sua qualidade merece.

                É comum chegarem à AGES: Associação Gaúcha de Escritores comentários e críticas sobre a dificuldade de localizar livros de autores gaúchos, visto que os mesmo não possuem uma estante (ou um espaço), devidamente identificado, reservado à literatura sul-riograndense. Acreditamos que a existência legal de tal reserva de espaço, em lugar de destaque, no interior das livrarias gaúchas, influenciará na aquisição de livros e também agregará valor simbólico maior à nossa literatura.

                A literatura de uma cidade, de um estado, dá conta do universo que circunda tais espaços, sendo comunicante da identidade cultural de um povo e de demais aspectos que formam sua cultura. Desta forma, pensamos que uma lei que atenda a esta demanda possa contribuir, mais ainda, com a leitura e com a divulgação da literatura gaúcha, visto que os livros de autores gaúchos estarão mais à disposição dos leitores e dos freqüentadores de livrarias.

Assim, a  AGES: Associação Gaúcha de Escritores protocolou pedido de criação de Lei Municipal, em Porto Alegre, que garanta espaço destacado e privilegiado para os livros de autores gaúchos nas livrarias da Capital. O projeto visa à divulgação da literatura sul-riograndense, numa busca de reserva de mercado, assim como ocorre com a cota para filmes nacionais, a fim de que os livros de autores gaúchos estejam mais acessíveis aos leitores, visto que são costumeiras as reclamações de pessoas que buscam adquirir livros de escritores gaúchos (muito indicados como leitura obrigatória em escolas e universidades) e não os encontram facilmente nas livrarias de Porto Alegre.

A demanda  da Associação encontrou acolhida  do gabinete da vereadora Fernanda Melchionna, membro da Frente Parlamentar do Livro e da Leitura e uma das idealizadoras do Plano Municipal do Livro e da Leitura da cidade de Porto Alegre. O texto da lei (abaixo) já foi aprovado, agora aguarda-se tempo de análise e de votação pela Câmara de Vereadores.

 


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